14 de setembro de 2011

Muitas vezes, pode parecer que não dou valor a tudo o que fazes por mim, mas dou. Às vezes, não digo que foste um amor ao fazeres isto ou aquilo, mas no meu interior as borboletas cantam e dança.
Posso só ver os teus defeitos, mas tu nunca foste o meu defeito. És o meu porto de abrigo. O que era de mim sem o teu ombro quando preciso de chorar? Quando preciso da tua voz calma e doce no meu ouvido?
Já tentei mudar, apesar de nunca me pedires para mudar estas pequenas coisas, mas, por vezes, torna-se difícil. Falo quando não devo e digo o que não devo. Só espero que nunca vejas os meus defeitos como um defeito teu, porque este é o nosso amor e eu quero vivê-lo para sempre contigo.
Gosto tanto de ti meu amor.

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